quinta-feira, 30 de abril de 2009

É sentir-te


É sentir as nossas mãos unidas - timidamente, escondidas sob a carteira para que ninguém nos lance olhares julgadores -, os nossos dedos entrelaçados, num perfeito nó de sentimentos. É sentir as tuas mãos fortes e calejadas, os teus dedos finos e quentes a acariciarem os meus. É olhar-te de relance, com uma expressão de cumplicidade, como se a nossa manifestação de carinho de um acto pecaminoso se tratasse. É sentir-te retribuir essa lasciva cumplicidade. Roubas-me um sorriso e sorris para mim.

- Rui!, lê o poema, por favor.


Eu gosto muito de ti nas aulas de Português.

sábado, 18 de abril de 2009

Quantas televisões tens em casa?


Anteontem, numa das (sempre) interessantes aulas de Filosofia, o professor tentava explicar-nos em que consistia a Teoria da Justiça de Rawls. Quem conhecer a teoria, é favor ignorar os parênteses.
(Recordo-me de ele dizer que segundo a Teoria da Justiça de Rawls, a partir de um estado original, as pessoas evoluem, no entanto, mesmo no estado original as pessoas não estão em igualdade, mas desde que haja uma evolução, é legítimo. Ele disse também que uma das críticas a esta Teoria era o facto de ela acentuar as diferenças sociais).
Ele exemplificou: antigamente, quem tivesse uma televisão era considerada uma pessoa extremamente rica, hoje em dia, até o mais pobre tem uma televisão.
(Apesar de ter havido uma evolução tanto para as pessoas ricas como pobres, ainda é notável a diferença entre ambas).
A partir daqui não me lembro de mais nada que ele tenha dito. Comecei a pensar... Quantas televisões tenho em casa? Uma, duas, três, três e três, seis, sete. Sete? Sim, sete. Meu Deus!, sete televisões? Sim, tenho uma televisão em cada divisória, excepto nas casas-de-banho. Eu e mais meio mundo, quase que aposto. Sete televisões? Isto é monstruoso! Quantas televisões tens em casa?

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Finalmente, sexta-feira!


Passei a semana inteira numa espera (desesperadora) por este dia! Devo dizer, que depois de duas semanas no relax total, a arrastar-me do sofá para a cadeira da secretária, na companhia de bolachas e iogurtes (hiperbolicamente falando), foi bastante dificil voltar à rotina de trabalho, em que tenho que fazer o equivalente a 39h, nuns míseros 1440min.

domingo, 12 de abril de 2009

Não posso chegar a Maio sem...

Dr Martens Boots Ainda não me decidi entre as lisas ou as estampadas. As lisas serão mais facilmente conjugadas mas as estampadas são qualquer coisa de extraordinário. Big deal!


Boy Shirt Ok, definitivamente que não vou comprar esta camisa da La Garçonne ($221,00) mas posso sempre procurar uma do género numa loja mais em conta e tornar-me uma adolescente feliz.


Geek Glasses

Até há bem pouco tempo achava que usar óculos dava tudo menos um aspecto stylish, mas agora...


Ray Ban Wayfarer

Palavras para quê? Os dias de sol aproximam-se e eu preciso mesmo disto!


Dou por encerrada esta manifestação de futilidade. É melhor começar a pensar em partir o porquinho, juntar as módicas quantias oferecidas pelos parentes na Páscoa e visitar o shopping mais próximo.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Words to Live (nº2)

"Life isn’t divided into genres. It’s a horrifying, romantic, tragic, comical, science-fiction, cowboy detective novel. You know, with a bit of pornography if you're lucky."

Alan Moore

Super sweet sixteen party

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Sinto a cabeça pesada. Estou especialmente sensível à luz e ao barulho. Sinto uma leve sensação de fraqueza. Tenho uma ligeira dor de cabeça. Bebo água de 5 em 5 minutos e por cada 10 minutos tenho que me deslocar até à casa-de-banho para satisfazer as minhas necessidades fisiológicas de carácter líquido. Domina-me um atroz estado de fadiga. Faço anos hoje e já não durmo há trinta e duas horas. Passei uma bela duma noite, na companhia do meu pessoal de sempre a fazer tudo aquilo que uma recém sixteen-year-old merece!
P.S. Qualquer anomalia comportamental que possa ter sido manifestada neste post, deve-se ainda ao efeito do álcool. (acho)

sábado, 4 de abril de 2009

Words to Live (nº1)

"When I was 5 years old, my mom always told me that happiness was the key to life. When I went to school, they asked me what I wanted to be when I grew up. I wrote down "happy". They told me I didn't understand the assignment and I told them they didn't understand life."

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Adoro lembrar-me dos meus sonhos

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Era um dia chuvoso mas não triste. Estava com um grupo de amigos nas bancadas de um campo de futebol, não era um grande e moderno estádio - as bancadas eram em cimento -, era um simples campo de futebol. O grupo era numeroso e estava animado. O Rui estava sentado e eu observava o seu cabelo cheio de pingas de chuva. Cada pinga brilhava como que pequenas pedras preciosas e reluzentes. Cheguei mesmo a duvidar de que seriam pingas, toquei-lhe no cabelo ao de leve para me certificar. Eram simplesmente pingas sobre o seu cabelo áspero e seco.
(...)
Era hora de ir embora. Não me lembro como mas estava abraçada ao Rui. Ele nitidamente curvado para que o seu queixo pudesse alcançar o meu ombro. Sussurrou-me qualquer coisa ao ouvido, eu desviei a minha cabeça e senti a sua respiração. Disse-lhe "gosto muito de ti". Dei-lhe um beijo terno e intenso na bochecha por barbear.

É daqueles sonhos intensos que nos fazem passar o resto do dia a sonhar alto e a cantar pelos cantos da casa. Oh, eu gosto tanto dele!

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Hoje fui à cabeleireira


A coisa mais excitante que aconteceu na última semana foi ter decidido que queria tornar-me uma versão 1,50m da Lindsay Lohan (nos seus tempos de ruiva talentosa). Estava mais que ansiosa. Até andei pelo we heart it a pesquisar "red hair" para escolher a tonalidade de ruivo perfeita.
Pois é, a verdade é que fiquei mais uma versão da Patricia Candoso quando entrou na tão degradante série Morangos Com Açucar. O meu cabelo está completamente (hiperbolicamente falando) vermelho. Pareço uma adepta ferrenha do SLB.

Depois de rogar umas cento e vinte e três pragas à cabeleireira acho que me vou ler e comer bolachas.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Sempre quis ter um blog

E já há muito tempo que me aventuro neste mundo da blogosfera. Já tive muitos blogs. Criei, eliminei. Voltei a criar e eliminei novamente. E, mais uma vez, atrevi-me a criar outro. O primeiro post é sempre o mais dificil, tendo em conta a minha (já vasta) experiência. O rumo que o blog pode levar é ainda incerto mas esperemos que nesta jornada nos aguarde um pouco de sucesso.

Amy Colline