sexta-feira, 3 de abril de 2009

Adoro lembrar-me dos meus sonhos

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Era um dia chuvoso mas não triste. Estava com um grupo de amigos nas bancadas de um campo de futebol, não era um grande e moderno estádio - as bancadas eram em cimento -, era um simples campo de futebol. O grupo era numeroso e estava animado. O Rui estava sentado e eu observava o seu cabelo cheio de pingas de chuva. Cada pinga brilhava como que pequenas pedras preciosas e reluzentes. Cheguei mesmo a duvidar de que seriam pingas, toquei-lhe no cabelo ao de leve para me certificar. Eram simplesmente pingas sobre o seu cabelo áspero e seco.
(...)
Era hora de ir embora. Não me lembro como mas estava abraçada ao Rui. Ele nitidamente curvado para que o seu queixo pudesse alcançar o meu ombro. Sussurrou-me qualquer coisa ao ouvido, eu desviei a minha cabeça e senti a sua respiração. Disse-lhe "gosto muito de ti". Dei-lhe um beijo terno e intenso na bochecha por barbear.

É daqueles sonhos intensos que nos fazem passar o resto do dia a sonhar alto e a cantar pelos cantos da casa. Oh, eu gosto tanto dele!

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